Live – Cantos da Natureza

novembro 20th, 2020

Se você não assistiu no dia 21, pode rever agora, no youtube, é só clicar o quadro abaixo.

Adivinha

novembro 17th, 2020

Esta composição datada de outubro 1986, e, a partir desta postagem, passa a ser dedicada a nossos irmãos Eric Garner e George Floyd.
Que ela possa contribuir com mais amor à nossa humanidade, como um sopro do ar que lhes foi brutalmente negado.

Rascunho por Edgard Poças para CBS.

Adivinha
Tem na terra e tem no mar
Tem no tempo, tem no vento
Tenta adivinhar
 
Tem na luz, tem no som, no céu, no ar
Tem que ter e não pode faltar
 
Adivinha
Tem nas flores e no luar
Tem nos bichos, tem nas cores
Tenta adivinhar
 
Tem na voz, nas canções
Todo lugar tem que ter, e não pode faltar
 
Um coração, quando tem
Tanto faz ele é branco, ele é preto
Vive em paz
 
Um coração que não tem
Tanto faz se ele é branco, ou se ele é preto
Nem é mais um coração
 
Adivinha
Tá na cara e no olhar
Tem no riso, e um sorriso pode revelar
 
É assim, faz sorrir e faz chorar, mas
Tem que ter, e não pode faltar
 
Um coração, quando tem
Tanto faz ele é branco, ele é preto
Vive em paz
 
Um coração que não tem
Tanto faz ele é branco, ele é preto
Nem é mais um coração
Adivinha
Tem na terra e tem no mar
Tem no tempo, tem no vento
Tenta adivinhar
 
Tem na luz, tem no som, no céu, no ar
Tem que ter e não pode faltar
 
Adivinha
Tem nas flores e no luar
Tem nos bichos, tem nas cores
Tenta adivinhar
 
Tem na voz, nas canções
Todo lugar tem que ter, e não pode faltar
 
Um coração, quando tem
Tanto faz ele é branco, ele é preto
Vive em paz
 
Um coração que não tem
Tanto faz se ele é branco, ou se ele é preto
Nem é mais um coração
 
Adivinha
Tá na cara e no olhar
Tem no riso, e um sorriso pode revelar
 
É assim, faz sorrir e faz chorar, mas
Tem que ter, e não pode faltar
 
Um coração, quando tem
Tanto faz ele é branco, ele é preto
Vive em paz
 
Um coração que não tem
Tanto faz ele é branco, ele é preto
Nem é mais um coração

Adivina! Jairzinho & Simony e José Luiz Perales

Adivina esta en la tierra y en el mar
En el tiempo, en el viento intenta adivinar
En el sol, en su luz lo encontraras
Siempre esta y no puede faltar

Adivina esta en las flores, en el cantar
En los rios, en la luna intenta adivinar
En la voz, la oracion lo encontraras
Siempre esta y no puede faltar

Es el amor que en la vida nos da
La razon para vivir y soñar
Es el amor que en la vida nos da
La razon para vivir y soñar
Es el amor

Adivina esta en la cara y en tu mirar
En la risa y es sonrisa para alegrar
Y tambien sin querer hace llorar
Mas siempre esta y no puede faltar

Es el amor que en la vida nos da
La razon para vivir y soñar
Es el amor que en la vida nos da
La razon para vivir y soñar

Es el amor que en la vida nos da
La razon para vivir y soñar
Es el amor que en la vida nos da
La razon para vivir y soñar
Es el amor que en la vida nos da
La razon para vivir y soñar
Es el amor

Es el amor que en la vida nos da
La razon para vivir y soñar
Es el amor que en la vida nos da
La razon para vivir y soñar
Es el amor que en la vida nos da
La razon para vivir y soñar
Es el amor que en la vida nos da
La razon para vivir y soñar

Guess What

Guess what
There's on land and there's at sea
There's time, there's wind
Try to guess
 
There's in the light, there's in the sound, in the sky, 
in the air
Must have and can not miss
 
Guess what
It has flowers and moonlight
There are animals, there are colors
Try to guess
 
There's in the voice, in the songs
Every place has to have, and can not miss
 
A heart, when it has
Whatever he is white, he is black
Live in peace
 
A heart that doesn't have
It doesn't matter if he is white, or if he is black
It's not even a heart anymore
 
Guess what
'It's in the face and in the eyes
There's laughter, and a smile can reveal
 
It's like that, it makes you smile and makes you cry, but
Must have, and must not be missing
 
A heart, when it has
Whatever he is white, he is black
Live in peace
 
A heart that doesn't have
Whatever he is white, he is black
It's not even a heart anymore

This composition dated October 1986, and, starting with this post, is dedicated to our brothers Eric Garner and George Floyd. May she contribute with more love to our humanity, like a breath of air that has been brutally denied.

Cantos da natureza: Pau Brasil e Edgard Poças pelo selo Sesc Digital.

novembro 5th, 2020
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Grupo Pau Brasil comemora 40 anos com o álbum infantil Cantos da Natureza, lançado pelo Selo Sesc

Letras de Edgard Poças musicadas por Rodolfo Stroeter e Nelson Ayres, arranjadas e executadas pelos músicos do Pau Brasil evidenciam as riquezas e belezas da nossa natureza; entre os intérpretes, tem as cantoras Ceu, Marlui Miranda, o cantor Edgard Gianullo e o Trio Amaranto; álbum chega primeiro no Sesc Digital no dia 7 de outubro, e nos demais players de streaming no feriado de 12 de outubro, Dia das Crianças


Trata-se de um projeto educacional e didático que visa apresentar à criança as belezas, emoções e riquezas naturais, com o adulto na leitura das canções. Um disco a ser utilizado até mesmo nas salas de aula.

São 19 faixas que descrevem de forma muito criativa e divertida os quatro elementos da natureza – a água, o fogo, a terra e o ar –, a chuva, a nuvem branquinha, o céu cinzento, o arco-íris, o relâmpago e o trovão. Do mundo animal, um estranho mamífero que bota ovo e que tem um ferrão venenoso, mas é bonzinho. Estamos falando do ornitorrinco, um bicho que pouca gente conhece.

Todas as letras são do compositor, escritor e pesquisador Edgard Poças – criador da Turma do Balão Mágico. Entre os intérpretes, destaque para as cantoras Céu, Marlui Miranda, que já fez parte do Pau Brasil, e Maria Clara Novaes, e os cantores Edgard Gianullo, Renato Braz, Sérgio Santos e Diogo Poças, além do próprio Edgard que canta em duas faixas. Participam também o coral infantil Trovadores Mirins, sob regência da maestrina Lucila Novaes e o Trio Amaranto, de Belo Horizonte, formado pelas irmãs Ferraz, Flávia, Lúcia e Marina.

Cantos da Natureza chega em 2020, mas a sementinha do projeto começou a ser semeada ainda no início dos 1970. A história passa por Rodolfo Stroeter quando, ainda adolescente, aos 14 anos de idade, foi estudar música com Edgard Poças que desembargava em São Paulo, vindo de Portugal, após uma curta temporada no país europeu. E foram nas aulas de iniciação musical que Poças estimulou Stroeter a conhecer também o universo da literatura. A relação do letrista e compositor com o que viria a ser tornar o contrabaixista do Pau Brasil se estabelece a partir daí.

Passadas algumas décadas, Rodolfo Stroeter produzir um disco de música infantil do Trio Amaranto – que também são a gênese deste projeto do Pau Brasil –, e cujo repertório incluiu a Suíte 4 Elementos e O Ornitorrinco, também presentes neste álbum do quinteto paulista. A partir daí, Edgard e Rodolfo intensificaram o trabalho em conjunto com o objetivo de ampliar o repertório de canções. Desta vez, pensado para o grupo Pau Brasil.

“Cantos da Natureza é a celebração de um projeto infantil dentro de um contexto de um grupo de música. É a música cuidada, tratada, arranjada, executada e improvisada, ou não, por um conjunto musical que tem distinção sonora. Depois de 40 anos, o grupo Pau Brasil se tornou um som”, destaca Rodolfo Stroeter.

Das 19 músicas, vale alguns destaques começando pela Abertura Suíte 4 Elementos, onde Edgard Poças transforma em personagens os quatro principais elementos da natureza: a água, o fogo, a terra e o ar. Uma composição com enredo de musical infantil. Segundo o letrista, é a primeira vez que a música infantil se apropria da ideia de Suíte – que é reunir em uma única obra várias peças musicais.

Apresentações feitas, cada um dos elementos naturais chega na sequência com a sua própria canção. Na ordem, Água traz uma singela descrição desta substância química cujas moléculas são formadas por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. Abundante no universo, em especial no planeta Terra, onde cobre grande parte de sua superfície com rios, lagos e mares.

Fonte de energia e risco às florestas, a música Fogo expõe as diferentes formas encontradas desta mistura de gases a altas temperaturas. Das fogueiras à lava dos vulcões, das lareiras e até mesmo à língua dos dragões. Interpretada pela cantora Marlui Miranda na companhia do Trio Amaranto, Terra lembra que vivemos no planeta que é a casa do mundo e que se trata do elemento natural que precisa dos outros três – o fogo, a água e o ar. Por fim, a mistura de gases que compõem a atmosfera da Terra. Em Ar, a letra de Edgard Poças destaca que todo mundo precisa e quer um ar puro e é por isso que dizemos: chega de poluição!

Edgard Poças relaciona todos esses aspectos da natureza para trazer um mundo melhor às crianças. A nossa natureza que é linda, viva, colorida e movimentada, é também lembrada através das flores, das estrelas, do som, do mar e até dos peixes que não são peixes.

A nuvem branquinha, o céu cinzento, o relâmpago e o trovão, a chuva e o arco-íris aparecem em forma de canções na Suíte da Chuva. Em Adivinha, Quem Sou Eu?, está o som e a sua propagação em suas múltiplas formas, presente em todos os lugares e todos os cantos. A letra de Chuva começa com uma nuvem que parece um carneirinho e, de repente, se transforma em um leão.

Com letra e interpretação de Edgard Poças, a cantiga de ninar Soneca é a composição do disco para os adultos embalarem os bebês no sono. A letra é um convite a contar, um a um, a passagem dos Sete Anões. Do sabido Mestre ao carinha amoroso que é o Feliz, sem se esquecer do engraçado do Dunga, do mal-humorado do Zangado, do faceiro e manhoso do Dengoso e do Atchim. E cadê o Soneca na terra dos sonhos?

Repertório, acesse o link abaixo.

Entrevista: Rádio Cultura

abril 27th, 2020

http://culturabrasil.cmais.com.br/programas/supertonica/arquivo/edgard-pocas-ensaio-sobre-a-musica-brasileira

Entre no link acima e acompanhe a entrevista.

Viva Villa-Lobos!

abril 16th, 2020

Dezessete de novembro, dia em que o Indio de Casaca se despediu da tribo e deixou  um Amazonas de musica para a humanidade.

O menino Tuhú sabia que a pipa ia voar alto.

Diogo, meu pai, chegou a noitinha com o extinto jornal A Gazeta e a triste manchete – Morreu Heitor Villa-Lobos! Eu tinha 13 anos em 1959  e conhecia o Prelúdio, da Bachiana nº4 , que minha mãe  Antonietta tocava a transcrição para piano.

Por volta de 1964 havia um programa na rádio Eldorado de São Paulo cujo prefixo era uma música maravilhosa. Sabia que os intérpretes eram o Modern Jazz Quartet, pelo solo de vibrafone de Milt Jackson e o piano de John Lewis, mas e o compositor? Resolvi a questão na Eletroarte, antiga loja de discos na rua Augusta – onde eu costumava esconder  os discos de bossa nova, jazz, etc… atrás daqueles que eu imaginava pelos meus favoritos – com a ajuda do Toninho que sabia do meu truque e tambem me apresentava os ultimos lançamentos: era a ária da Bachiana nº 5, de Heitor Villa-Lobos, do LP The Sheriff . Gastei o disco. Villa-Lobos eentrou para sempre na minha seleção brasileira ao lado de Tom Jobim, João Gilberto, Pelé, Garrincha, Pixinguinha, Vinicius, Noël, Ary, Oscarito, Grande Otelo…

Aos vinte e um anos ouvi pela primeira vez os estudos e prelúdios para violão do nosso índio de casaca. O Brasil que eu sentia e não sabia explicar. Comprei as partituras e estudei que nem louco. Depois veio o Concerto para Violão e Orquestra, simplesmente o máximo. No Guia Prático, estudo folclórico musical achei a maquete  do gênio.

Tom Jobim reverenciou sua musica. Canta, canta mais, Saudades do Brasil, Brasilia, Sinfonia da Alvorada, são provas disso. Na corda da viola, em Stone Flower,  e A maré encheu, em Autopsicografia, letra de Fernando Pessoa, prováveis são lembranças dos seus estudos do Guia Prático. Se é por falta de adeus – nnazo tenho receio de dizer que fecha com uma citação do Trenzinho do Caipira.

Seguem quatro faixas do CD “Villa-Lobos e Carlos Gomes para Crianças” que produzi para a revista CARAS. São quatro Cirandinhas arranjadas pelo mestre para piano solo sequenciadas nos softwares Logic e Performer e executadas por um computador MacIntosh.

Carneirinho, carneirão

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O Cravo Brigou com a Rosa

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Todo Mundo Passa

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A Canoa Virou

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A imortalidade registrada pela música

“Era um espetáculo. Tinha algo de vento forte na mata, arrancando e fazendo redemoinhar ramos e folhas; caía depois sobre a cidade para bater contra as vidraças, abri-las ou despedaçá-las, espalhando-se pelas casas, derrubando tudo; quando parecia chegado ao fim do mundo, ia abrandando, convertia-se em brisa vesperal, cheia de doçura. Só então se percebia que era música, sempre fora música.

Assim é que eu vejo Heitor Villa-Lobos na minha saudade que está apenas começando, ao saber de sua morte, mas que não altera a visão antiga e constante.
Quem o viu um dia comandando o coro de quarenta mil vozes adolescentes, no estádio do Vasco da Gama, não pode esquecê-lo nunca. Era a fúria organizando-se em ritmo, tornando-se melodia e criando a comunhão mais generosa, ardente e purificadora que seria possível conceber.

A multidão em torno vivia uma emoção brasileira e cósmica, estávamos tão unidos uns aos outros, tão participantes e ao mesmo tempo tão individualizados e ricos de nós mesmos, na plenitude de nossa capacidade sensorial, era tão belo e esmagador, que para muitos não havia outro jeito senão chorar, chorar de pura alegria.
Através da cortina de lágrimas, desenhava-se a nevoenta figura do maestro, que captara a essência musical de nosso povo, índios, negros, trabalhadores do eito, caboclos, seresteiros de arrabalde; que lhe juntara ecos e rumores de rios, encostas, grutas, lavouras, jogos infantis, assovios e risadas de capetas folclóricos”.

Carlos Drummond de Andrade

“Villa-Lobos acaba de chegar de Paris. Quem chega de Paris espera-se que chegue cheio de Paris. Entretanto, Villa-Lobos chegou cheio de Villa-Lobos.

Manuel Bandeira, na revista Ariel, 1924.

 •

Sobre a inspiração:

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Viva Villa-Lobos!

P.S.:

Em 1974, convalescendo de uma terceira cirurgia corretiva na mão esquerda,

entusiasmado com a possibilidade de voltar a estudar as peças do mestre, fui ao Rio de Janeiro conhecer o Museu Villa-Lobos; quem sabe não voltava a São Paulo com um convite para um estágio na Universidade de Cascadura?

O convite não veio, mas em compensação levei um papo inesquecível com Dona Mindinha, mulher do grande Villa, a quem ele dedicou, entre outras dezenas de peças, os Cinco Prelúdios Para Violão e as Nove Bachianas Brasileiras. 

Mindinha contou que numa noite em Nova York, Villa lhe convidou para assitir a um grande compositor, esse sim!, que iria se apresentar ao piano. O lugar, segundo ela era bem mixuruca, e o músico, numa pindaíba danada, era nada mais nada menos que Béla Bartók!

Coincidentemente, Villa-Lobos e Bartók tinham ouvido absoluto; compunham sem usar nenhum intrumento, ou seja, tudo na cuca.

Perguntei a ela se conhecia Antonio Carlos Jobim.

– Sim, claro tem melodias lindas, e ama a obra de Villa-Lobos. Uma ocasião esteve em casa, lá pelos anos 50, bebia bem esse moço, na hora da despedida perguntou brincando :

– Maestro, vende pra mim a ária da Bachiana Nº5?

O Villa riu e gostou. 

Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim que amava a música de Villa-Lobos, estava começando sua carreira de compositor consagrado no mundo inteiro.

 Antônio Carlos Planetário de Almeida Jobim.

Depois de um cafezinho, Mindinha foi atender alguem e eu fiquei sozinho na sala com vários pertences do nosso Villa: batutas, piteiras, lápis, borrachas, óculos, partituras e veio a tentação de roubar um lápis – com prolongador.  Mindinha voltou a tempo de frustrar o assalto ao patrimônio nacional e eu confessei minha intenção.

– Edgard, que coisa feia!

– Dona Mindinha, é que esse lápis está encantado! Com ele até eu escrevo uma sinfonia!

Pois sim…

Ganhei várias partituras e dona Arminda de Villa-Lobos, entre elas a Melodia Sentimental, e vinte e dois anos depois mostrei à Zizi Possi que gravou no CD Mais Simples.

Clique para ampliar

Assista trechos do meu depoimento para o documentário Villa-Lobos
“O Tempo e a Música”.

Theloniuos Monk

abril 15th, 2020

Theloniuos Sphere Monk

O monge das esferas

Straight no chaser

Melodious Tonk

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Smoke gets in your eyes.

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(Rocky Mount, 10 de outubro de 1917 — Weehawken, Nova Jérsei, 17 de fevereiro de 1982)

Villa-Lobos e Carlos Gomes para Crianças

março 25th, 2020

Há dez anos eu lançava pela revista CARAS o CD

Clique para Crianças

 

Pequenas peças para piano solo dos dois mestres.

Arranjos e Produção: Edgard Poças

Intérpretes: Edgard Poças e Macintosh de Moraes

Sequenciadores: Logic e Performer

Mixagem e anjo da guarda: José Antonio Almeida

Julho 2008

No post “Viva Villa!” tem quatro faixas e aqui vão mais tres.

 

A Cayumba • Carlos Gomes

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Cai cai balão • Villa-Lobos

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Final • Carlos Gomes

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Parece que o CD ainda está agradando, vejam:
https://www.youtube.com/watch?v=3D2vu4fXIfs
https://www.youtube.com/watch?v=1fQBpFiJabc
https://www.youtube.com/watch?v=oGSc0KOh_C4
https://www.youtube.com/watch?v=4ccK_KynZvw
https://www.youtube.com/watch?v=FHv4Nn83Ed4

O  CD “Villa-Lobos e Carlos Gomes para Crianças” está disponível nas plataformas: Itunes, Deezer, Spotify e outros, com nova capa.

Abraços. Edgard.

Dia Mundial da Água

março 22nd, 2020

Hoje  é dia 22 de março. o dia mundial da água. Salve ela!

 

Bach

março 21st, 2020

Johann Sebastian Bach  nasceu em 21 de março de 1685.

Postar o que? Concertos de Brandenburgo, O Cravo Bem Temperado, Missa em Si Menor, Paixão Segundo São Mateus, a Arte da Fuga, Sonatas, Partitas, Cantatas, Suítes?

Tudo do “seu” Ribeiro é bom!

Decidi pela Ária para Corda Sol. Meu querido amigo dr. José Carlos Naccache, de quase sessenta anos (de amizade), diz que esta é a música mais bonita do mundo; o que voce acha?

Ouça agora esta versão – digitalizada do LP Place Vendôme,  com o Modern Jazz Quartet e The Swingle Singers, comprado na Eletroarte, rua Augusta (SP), em 1966.

João Sebastião Ribeiro! Êsse  é o cara!

Dia Internacional Contra a Discriminação Racial

março 21st, 2020

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Adivinha, Paul Mounsey e Edgard Poças.

Voz: Diogo Poças

Ilustração de Maria do Céu, minha filha Céu

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 Ilustração de Fernanda Youssef, em Asas da Imaginação, coleção O Mágico do Balão.