Mindinha de Villa-Lobos

novembro 17th, 2018

Em 1974, convalescendo de uma terceira cirurgia corretiva na mão esquerda, entusiasmado com a possibilidade de voltar a estudar as peças do mestre, fui ao Rio de Janeiro conhecer o Museu Villa-Lobos; quem sabe não voltava a São Paulo com um convite para um estágio na Universidade de Cascadura?

O convite não veio, mas em compensação levei um papo inesquecível com Dona Mindinha, mulher do grande Villa, a quem ele dedicou, entre outras dezenas de peças, os Cinco Prelúdios Para Violão e as Nove Bachianas Brasileiras. 

Mindinha contou que numa noite em Nova York, Villa lhe convidou para assitir a um grande compositor, esse sim!, que iria se apresentar ao piano. O lugar, segundo ela era bem mixuruca, e o músico, numa pindaíba danada, era nada mais nada menos que Béla Bartók!

Coincidentemente, Villa-Lobos e Bartók tinham ouvido absoluto; compunham sem usar nenhum intrumento, ou seja, tudo na cuca.

Perguntei a ela se conhecia Antonio Carlos Jobim.

– Sim, claro tem melodias lindas, e ama a obra de Villa-Lobos. Uma ocasião esteve em casa, lá pelos anos 50, bebia bem esse moço, na hora da despedida perguntou brincando :

– Maestro, vende pra mim a ária da Bachiana Nº5?

O Villa riu e gostou. 

Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim que amava a música de Villa-Lobos, estava começando sua carreira de compositor consagrado no mundo inteiro.

 Antônio Carlos Planetário de Almeida Jobim.

Depois de um cafezinho, Mindinha foi atender alguem e eu fiquei sozinho na sala com vários pertences do nosso Villa: batutas, piteiras, lápis, borrachas, óculos, partituras e veio a tentação de roubar um lápis – com prolongador.  Mindinha voltou a tempo de frustrar o assalto ao patrimônio nacional e eu confessei minha intenção.

– Edgard, que coisa feia!

– Dona Mindinha, é que esse lápis está encantado! Com ele até eu escrevo uma sinfonia!

Pois sim…

Ganhei várias partituras e dona Arminda de Villa-Lobos, entre elas a Melodia Sentimental, e vinte e dois anos depois mostrei à Zizi Possi que gravou no CD Mais Simples.

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Villa Lobos

novembro 17th, 2018

Villa Lobos nasceu em 5 de março de 1887 e morreu em 17 de novembro de 1959.

Gênio. Índio de casaca. Formado pela universidade de Cascadura.

Sobre a inspiração:

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Grande Villa!

Modinha da Bachiana 1.

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Sem palavras.

 

Viva Villa-Lobos!

novembro 17th, 2018

Hoje  é dezessete de novembro, dia em que o Indio de Casaca se despediu da tribo e deixou  um Amazonas de musica para a humanidade.

O menino Tuhú sabia que a pipa ia voar alto.

Diogo, meu pai, chegou a noitinha com o extinto jornal A Gazeta e a triste manchete – Morreu Heitor Villa-Lobos! Eu tinha 13 anos em 1959  e conhecia o Prelúdio, da Bachiana nº4 , que minha mãe  Antonietta tocava a transcrição para piano.

Por volta de 1964 havia um programa na rádio Eldorado de São Paulo cujo prefixo era uma música maravilhosa. Sabia que os intérpretes eram o Modern Jazz Quartet, pelo solo de vibrafone de Milt Jackson e o piano de John Lewis, mas e o compositor? Resolvi a questão na Eletroarte, antiga loja de discos na rua Augusta – onde eu costumava esconder  os discos de bossa nova, jazz, etc… atrás daqueles que eu imaginava pelos meus favoritos – com a ajuda do Toninho que sabia do meu truque e tambem me apresentava os ultimos lançamentos: era a ária da Bachiana nº 5, de Heitor Villa-Lobos, do LP The Sheriff . Gastei o disco. Villa-Lobos eentrou para sempre na minha seleção brasileira ao lado de Tom Jobim, João Gilberto, Pelé, Garrincha, Pixinguinha, Vinicius, Noël, Ary, Oscarito, Grande Otelo…

Aos vinte e um anos ouvi pela primeira vez os estudos e prelúdios para violão do nosso índio de casaca. O Brasil que eu sentia e não sabia explicar. Comprei as partituras e estudei que nem louco. Depois veio o Concerto para Violão e Orquestra, simplesmente o máximo. No Guia Prático, estudo folclórico musical achei a maquete  do gênio.

Tom Jobim reverenciou sua musica. Canta, canta mais, Saudades do Brasil, Brasilia, Sinfonia da Alvorada, são provas disso. Na corda da viola, em Stone Flower,  e A maré encheu, em Autopsicografia, letra de Fernando Pessoa, prováveis são lembranças dos seus estudos do Guia Prático. Se é por falta de adeus – nnazo tenho receio de dizer que fecha com uma citação do Trenzinho do Caipira.

Seguem quatro faixas do CD “Villa-Lobos e Carlos Gomes para Crianças” que produzi para a revista CARAS. São quatro Cirandinhas arranjadas pelo mestre para piano solo sequenciadas nos softwares Logic e Performer e executadas por um computador MacIntosh.

Carneirinho, carneirão

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O Cravo Brigou com a Rosa

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Todo Mundo Passa

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A Canoa Virou

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A imortalidade registrada pela música

“Era um espetáculo. Tinha algo de vento forte na mata, arrancando e fazendo redemoinhar ramos e folhas; caía depois sobre a cidade para bater contra as vidraças, abri-las ou despedaçá-las, espalhando-se pelas casas, derrubando tudo; quando parecia chegado ao fim do mundo, ia abrandando, convertia-se em brisa vesperal, cheia de doçura. Só então se percebia que era música, sempre fora música.

Assim é que eu vejo Heitor Villa-Lobos na minha saudade que está apenas começando, ao saber de sua morte, mas que não altera a visão antiga e constante.
Quem o viu um dia comandando o coro de quarenta mil vozes adolescentes, no estádio do Vasco da Gama, não pode esquecê-lo nunca. Era a fúria organizando-se em ritmo, tornando-se melodia e criando a comunhão mais generosa, ardente e purificadora que seria possível conceber.

A multidão em torno vivia uma emoção brasileira e cósmica, estávamos tão unidos uns aos outros, tão participantes e ao mesmo tempo tão individualizados e ricos de nós mesmos, na plenitude de nossa capacidade sensorial, era tão belo e esmagador, que para muitos não havia outro jeito senão chorar, chorar de pura alegria.
Através da cortina de lágrimas, desenhava-se a nevoenta figura do maestro, que captara a essência musical de nosso povo, índios, negros, trabalhadores do eito, caboclos, seresteiros de arrabalde; que lhe juntara ecos e rumores de rios, encostas, grutas, lavouras, jogos infantis, assovios e risadas de capetas folclóricos”.

Carlos Drummond de Andrade

“Villa-Lobos acaba de chegar de Paris. Quem chega de Paris espera-se que chegue cheio de Paris. Entretanto, Villa-Lobos chegou cheio de Villa-Lobos.

Manuel Bandeira, na revista Ariel, 1924.

 •

Sobre a inspiração:

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Viva Villa-Lobos!

P.S.:

 

Em 1974, convalescendo de uma terceira cirurgia corretiva na mão esquerda,

entusiasmado com a possibilidade de voltar a estudar as peças do mestre, fui ao Rio de Janeiro conhecer o Museu Villa-Lobos; quem sabe não voltava a São Paulo com um convite para um estágio na Universidade de Cascadura?

O convite não veio, mas em compensação levei um papo inesquecível com Dona Mindinha, mulher do grande Villa, a quem ele dedicou, entre outras dezenas de peças, os Cinco Prelúdios Para Violão e as Nove Bachianas Brasileiras. 

Mindinha contou que numa noite em Nova York, Villa lhe convidou para assitir a um grande compositor, esse sim!, que iria se apresentar ao piano. O lugar, segundo ela era bem mixuruca, e o músico, numa pindaíba danada, era nada mais nada menos que Béla Bartók!

Coincidentemente, Villa-Lobos e Bartók tinham ouvido absoluto; compunham sem usar nenhum intrumento, ou seja, tudo na cuca.

Perguntei a ela se conhecia Antonio Carlos Jobim.

– Sim, claro tem melodias lindas, e ama a obra de Villa-Lobos. Uma ocasião esteve em casa, lá pelos anos 50, bebia bem esse moço, na hora da despedida perguntou brincando :

– Maestro, vende pra mim a ária da Bachiana Nº5?

O Villa riu e gostou. 

Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim que amava a música de Villa-Lobos, estava começando sua carreira de compositor consagrado no mundo inteiro.

 Antônio Carlos Planetário de Almeida Jobim.

Depois de um cafezinho, Mindinha foi atender alguem e eu fiquei sozinho na sala com vários pertences do nosso Villa: batutas, piteiras, lápis, borrachas, óculos, partituras e veio a tentação de roubar um lápis – com prolongador.  Mindinha voltou a tempo de frustrar o assalto ao patrimônio nacional e eu confessei minha intenção.

– Edgard, que coisa feia!

– Dona Mindinha, é que esse lápis está encantado! Com ele até eu escrevo uma sinfonia!

Pois sim…

Ganhei várias partituras e dona Arminda de Villa-Lobos, entre elas a Melodia Sentimental, e vinte e dois anos depois mostrei à Zizi Possi que gravou no CD Mais Simples.

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Assista trechos do meu depoimento para o documentário Villa-Lobos
“O Tempo e a Música”.

Villa-Lobos e Carlos Gomes para Crianças

novembro 17th, 2018

Há dez anos eu lançava pela revista CARAS o CD

Clique para Crianças

 

Pequenas peças para piano solo dos dois mestres.

Arranjos e Produção: Edgard Poças

Intérpretes: Edgard Poças e Macintosh de Moraes

Sequenciadores: Logic e Performer

Mixagem e anjo da guarda: José Antonio Almeida

Julho 2008

No post “Viva Villa!” tem quatro faixas e aqui vão mais tres.

 

A Cayumba • Carlos Gomes

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Cai cai balão • Villa-Lobos

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Final • Carlos Gomes

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Parece que o CD ainda está agradando, vejam:
https://www.youtube.com/watch?v=3D2vu4fXIfs
https://www.youtube.com/watch?v=1fQBpFiJabc
https://www.youtube.com/watch?v=oGSc0KOh_C4
https://www.youtube.com/watch?v=4ccK_KynZvw
https://www.youtube.com/watch?v=FHv4Nn83Ed4

O  CD “Villa-Lobos e Carlos Gomes para Crianças” está disponível nas plataformas: Itunes, Deezer, Spotify e outros, com nova capa.

Abraços. Edgard.

Dia da Criança.

outubro 12th, 2018

Broze ou Tudedo

 Paul Mounsey  e Edgard Poças

Outu dia de brodoze,

Da cridia é o ança!

É um quedo de brindia,

De esfolia e perança!

Mistedo, segrério,

Gria que não alecansa:

– Viva o quedo de brindia!

– Cria viva o dia dança!

Doze de Outubro

 

Dia doze de outubro

É o dia da criança!

É um dia de brinquedo,

De folia e esperança!

De mistério, de segredo,

Alegria que não cansa:

– Viva o dia de brinquedo!

– Viva o dia da criança!

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Solo: Mônica Salmaso (é dez!)

Côro infantil: Karina, Rodrigo, Felipe, Baby, Leandro, Laís e Letícia.

Côro adulto: Ringo, Caio Flávio, Ângela Márcia e Maria do Carmo. Obrigado crianças!

Dia da Criança

 Sarah Regina e Edgard Poças

Todos dias são iguais

Mas tem um que é muito mais

É um um dia que é um sonho

De amor e fantasia

Dia de superheróis

E de lendas encantadas

Aventuras e mistérios

E supergargalhadas

De voar e de brincar com a imaginação

Esse mundo é uma bola

É um pião

Roda roda pula pula

Viva viva a emoção

Rola bola gira mundo

Bate forte coração

Doze de outubro é o nosso dia

Dia do tamanho da alegria

Doze de outubro

Dia de esperança

Dia de brinquedo

Dia da Criança

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Solo: Eliana


Theloniuos Monk

outubro 10th, 2018

Theloniuos Sphere Monk.

O monge das esferas.

Newton tocando para Einstein

Straight no chaser.

Melodious Tonk

diria Nellie

ao crepúsculo.

Smoke gets in your eyes.

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(Rocky Mount, 10 de outubro de 1917 — Weehawken, Nova Jérsei, 17 de fevereiro de 1982)

Dia dos Pais.

agosto 12th, 2018

Hoje é o segundo domingo de agosto, Dia dos Pais!

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A Turma do Balão Mágico.

 

Um passarinho me acordou cedinho

Cantando lindo, que nem rouxinol

E o céu sorrindo, azul, azul limpinho

Abriu caminho pra passar o sol

 

Um dia lindo, com todas as cores

Um arco-íris, garantiu que sai

E o bem-te-vi disse que viu as flores

Vindo enfeitar o dia do papai

 

Amigo velho

Eu queria falar

Meu velho amigo

Foi tão bom te encontrar

 

Amigo velho

Eu te amo demais

Meu velho amigo

Todo dia é dos pais

 

Eu convidei o gato e o cachorro

Nenhum amigo vai poder faltar

Super-herói também

Tarzan, o Zorro

E o Pererê não vai poder mancar

 

Vai ter pelada e muita brincadeira

Toda alegria vem nos visitar

Queria tanto que esta festa inteira

Fosse um presente, pra poder te dar.

Francisco Don Diego/Alfredo Araujo/Edgard Poças

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Xuxa

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Ilustração de Fernanda Youssef

Abraço Infinito • Turminha Plimplom

junho 29th, 2018

Samantha!: tudo sobre a primeira sitcom brasileira da Netflix

Abraço Infinito, para a Turminha Plimplom, é uma parceria com o querido Fábio Góes, para a nova série original brasileira da Netflix, Samantha!, a primeira comédia nacional, do serviço de streaming, que estréia em 06 de julho de 2018.

Produzido pela Losbragas para Netflix, a produção é dirigida por Luis Pinheiro e Julia Jordão, com produção executiva de Alice Braga, Felipe Braga e Rita Moraes e roteiro de Roberto Vitorino, Patricia Corso, Rafael Lessa e Filipe Valerim.

Fonte: Gente – iG @ http://gente.ig.com.br/cultura/2018-04-11/samantha-netflix.html

Segue alguns links de matérias sobre essa parceria.

https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/samantha-e-detestavel-diz-emanuelle-araujo-sobre-primeira-comedia-da-netflix/

http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cultura/imagem-e-som/noticia/2018/06/27/samantha-tem-muitas-referencias-aos-anos-1980-e-tema-atual-344919.php

“Samantha! é o encontro dos anos 80 com o contemporâneo”, conta Emanuelle Araújo sobre nova série da Netflix

 

Clássicos para Criança • Revista Caras

junho 29th, 2018

 

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Disponível nas plataformas: Itunes, Spotify, Deezer, Amazon, Rdio,  entre outras – com nova capa. E nas mesmas plataformas o Música Clássica 2.

Ouça três faixas:

A Marcha dos Soldadinhos (Marcha dos Soldados, do Álbum para a Juventude de Robert SCHUMANN, 1810 -1856)

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O Realejo (O Tocador de Realejo, do Álbum para a Juventude de Piotr Ilitch TCHAIKOVSKY, 1840 -1893)

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Pedalando (Alegro da Sonata Nº1 em Sol Maior Hob. XVI Nr.8 de Joseph HAYDN, 1732 -1809)

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Pesquisa de repertório e arranjos Edgard Poças

Sequenciador: Performer

Intérpretes: Edgard Poças e Macintosh de Moraes

Mixagem e anjo da guarda: José Antonio Almeida

Agradecimento especial: Edgardo Martolio diretor da revista CARAS.

Este Cd está disponibilizado nos seguintes endereços:

https://itunes.apple.com/br/album/musica-classica-para-criancas/id947573762

https://play.spotify.com/album/2ccqm2vQf2y21tb3NNsyAq

http://www.rdio.com/artist/Edgard_Pocas/album/M%C

BAsica_Classica_para_Crian%C3%A7as,_Vol._1/

http://www.deezer.com/album/9275426

http://www.amazon.com/Música-Classica-para-Crianças-Vol/dp/B00QI1EA2E/ref=sr_1_2?ie=UTF8&qid=1421779044&sr=8-2&keywords=Musica+Classica+para+crianças

http://grooveshark.com/#!/album/M+sica+Classica+Para+Crian+as+Vol+1/9972749

http://www.akazoo.com/album/22633317/m-sica-classica-para-crian-as–vol–1

 

Dia do Imigrante

junho 25th, 2018

Hoje é dia do Imigrante. Nossa homenagem a todos que ajudaram a construir essa mistura fina.

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Ilustração da minha filha Maria do Céu Whitaker Poças (Céu)

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Mistura Fina: Paul Mounsey e Edgard Poças

Voz e arranjo: Edgard Poças

 

Oh, Joaquim!

Cheirinho d’alecrim

Azeite no bacalhau

Catupiry

Pajé de parati

Nas águas do seu Cabral

 

Nona Concetta

Nicola di Porpetta

I pizza di macaró

Hans und Fritz

Chucruts von chopps

Bier alemon

 

Abdala kibe

Tabule pra Nagib

Adib Salem Salim

Sing Ling Xong

Pastel e ping pong

Pagode de mandarim

 

Ora, vejam só !

De lá dos Cafundó, vieram pros Catumbi

Marajá em marajó, só tem aqui!

 

Glasnost strogonoff!  Hei !

Rachmaninoff

Shalom Shalom Salomon

Si Adelita si fuera con otro, por Dios

Donde estas my corazon ?

 

Nakamura san

Sakamoto san

Zapon garantido, né !

Rei Zulu

Um axé cor de café!

 

Elle s’apelle  Michelle                                    (Coro) : Ba ba da ba da ba ba da ba da

Ma belle                                                                    Ba ba da ba da ba ba da ba da

Ma demoiselle                                                           C’est ci bon

Chanson d’amour                                                      Chanson d’amour

Every body now

Two for tea                                                                By the light

Forget forgot

Nobody not                                                               Serenade moonlight

Somebody hot

Ooh, baby… baby                                                      Goodnight for you

My only you                                                               My only you

Oh! Oh! ……

 

Oh, oh… Joaquim ? ! ?

Guitarra e bandolim

Fadinho tupiniquim

Que sera de ti

No Ypacarai

Ao som do Guarani

 

Ora, vejam só !

De lá dos Cafundó, vieram pros Catumbi

Marajá em marajó, só tem aqui

Pararatchi bum bum bum

Pararatchi bum… Olé !