Dia dos avós

julho 26th, 2022

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Quando escrevi essa letrinha não tinha netos; agora tenho duas netinhas e tres netinhos e saudades dos meus avós.

O meu avô, com A Turma do Balão Mágico: https://www.youtube.com/watch?v=-EaAED4Pclc

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Dia do Imigrante

junho 25th, 2022

Hoje é dia do Imigrante. Nossa homenagem a todos que ajudaram a construir essa mistura fina.

Ilustração da minha filha Maria do Céu Whitaker Poças (Céu)

Mistura Fina: Paul Mounsey e Edgard Poças

 

Oh, Joaquim!

Cheirinho d’alecrim

Azeite no bacalhau

Catupiry

Pajé de parati

Nas águas do seu Cabral

Nona Concetta

Nicola di Porpetta

I pizza di macaró

Hans und Fritz

Chucruts von chopps

Bier alemon

Abdala kibe

Tabule pra Nagib

Adib Salem Salim

Sing Ling Xong

Pastel e ping pong

Pagode de mandarim

Ora, vejam só !

De lá dos Cafundó, vieram pros Catumbi

Marajá em marajó, só tem aqui!

Glasnost strogonoff!  Hei !

Rachmaninoff

Shalom Shalom Salomon

Si Adelita si fuera con otro, por Dios

Donde estas my corazon ?

Nakamura san

Sakamoto san

Zapon garantido, né !

Rei Zulu

Um axé cor de café!

Elle s’apelle  Michelle                                    (Coro) : Ba ba da ba da ba ba da ba da

Ma belle                                                                    Ba ba da ba da ba ba da ba da

Ma demoiselle                                                           C’est ci bon

Chanson d’amour                                                      Chanson d’amour

Every body now

Two for tea                                                                By the light

Forget forgot

Nobody not                                                               Serenade moonlight

Somebody hot

Ooh, baby… baby                                                      Goodnight for you

My only you                                                               My only you

Oh! Oh! ……

Oh, oh… Joaquim ? ! ?

Guitarra e bandolim

Fadinho tupiniquim

Que sera de ti

No Ypacarai

Ao som do Guarani

Ora, vejam só !

De lá dos Cafundó, vieram pros Catumbi

Marajá em marajó, só tem aqui

Pararatchi bum bum bum

Pararatchi bum… Olé !

Voz e arranjo: Edgard Poças

Dia Nacional do Café.

maio 24th, 2022

24 de Maio • Dia Nacional do Café

” Para fazer um Bom Café”.

Um projeto que não passou de projeto.

Minha mãe e o lente Mário de Andrade.

maio 8th, 2022

Minha mãe Antonietta, formou-se professora de piano pelo Conservátorio Dramático Musical de São Paulo, e pelas anotações nas suas partituras – Cravo bem Temperado, Sonatas de Mozart, Beethoven, Estudos, Prelúdios e Valsas de Chopin, que eu adorava, etc… –  posso imaginar quanto os lentes, eram rigorosos. História da Arte: Mário de Andrade.

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Muitas vezes perguntei a ela:

– Mãe, como era o Mário de Andrade?

– Ih, ele era muito sério…rigoroso… 

Os anos iam passando e eu, de vez em quando, querendo saber um pouco mais sobre o Multimário, repetia curioso:

– Mãe, como era o Mário de Andrade?

Ela repicava solfejando com o sotaque do Brás; naquele tempo, bairro tinha sotaque.

Até que um belo dia, mandei o ostinato:

– Mãe, como era o Mário de Andrade?

– Ih, ele era muito sério…rigoroso… 

– Ô mãe, improvisa pô! 

 

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Nunca ouvi ninguém tocar o Tico tico no fubá com o molho e o humor da Nena. Uma vez, ouvindo-a tocar em cada da tia Elvira, juro que vi, na janela que dava pra rua Florêncio de Abreu, o Zequinha  e o Pixinguinha, concordando.

A partitura – desse clássico paulista, mais a de Tardes de Lindóia – foram compradas de um suarento Zequinha de Abreu, cansado, vendendo sua obra de porta em porta, na inclinada rua Asdrúbal do Nascimento, aqui em São Paulo.

Pobre Zequinha!

Tardes de Lindóia, dei de presente ao amigo José Ramos Tinhorão, e hoje ela está muito bem guardada no acervo do Instituto Moreira Salles, que é um arraso!

 

Saudades da minha Neninha.

Chico Alves. Adeus no Largo da Concórdia.

abril 30th, 2022

Nasci em 1946, na rua São Leopoldo num tempo em que gente nascia em casa. No bairro do Belém em São Paulo. A poucos metros da cancela dos trens indovindos da Estação Roosevelt. A casinha azul e branca ainda está lá. Os apitos das fábricas não. Nem o armazen do seu Vicente. Nem a algazarra dos operários batendo bola de meia na cancha de paralelepípedos da rua Cajuru, onde meu pai trabalhava na fábrica de tintas CIL que protegiam o Brasil, dos tios João e Américo Marques da Costa. Minha mãe era formada em piano pelo Conservatório Dramático Musical de São Paulo, aluna de Mário de Andrade em  História da Música. Noturnos e valsas de Chopin, chorinhos sapécas de Nazareth. E Tico-tico no fubá, partitura comprada do próprio Zequinha de Abreu. Novelas na rádio América. Comícios no Largo do Belém. Rojões e marchinhas. Presidente Getúlio, Adhemar senador, e Lucas Garcez pra governador – é PTB, é PSP,  juntinhos unidos iremos vencer!  Hugo Borghi levou meu voto infante mas, não a governança da Terra da Garoa – naqueles idos São Paulo garoava… Ugobógui… foi meu primeiro revés político.

Meu pai jogando sueca na sala com seu Vicente, e eis que de repente surge na janela um ladrão de máscara vermelha, na verdade um lenço portando uma…faca. Berros. Assaltante mascarado, sozinho, anunciando-se pela janela, de faca, que tempos!

Depois, Rua Herval. Um prédio, lembrando que prédio é uma coisa, edifício é outra. Primeiro andar, em cima da massa do pastifício do seu Rômulo. De lá lembro só do papai Noël sorrateiro, um trem elétrico Leonel e uma inveja do Nando, meu irmão Luiz Fernando querido, pai dos meus jingles de campanhas publicitárias. Explico. Nando foi o criador da primeira campanha na qual participei ativamente: Seu guarda chuvas tem asas. Cumprindo o briefing, saltamos do  primeiro andar abrimos o guarda chuva e aterrisamos no target, os fundos do seu Rômulo e o recall não foi dos melhores.
 Fratura de clavícula. Almoço de domingo, depois da missa e jornaleiro. Gíbís e palavras cruzadas. Diogo meu pai, minha mãe Antonietta, Nando e eu. Cantina Balila, rua do Gazômetro. Comida boa, farta, garçons amigos, o porteiro mudo, querido Ama Ama, nos recebendo festivamente fardado, um general da Atlântida. Quase em frente, a Fábrica de Balas A Americana, das Balas Futebol, da febre das figurinhas. Felicidade era trocar um album completo, com  Futebolino e tudo, por um licoreiro.

Ás vezes, almoçavamos no apartamento dos meus avós maternos, vigésimo andar do prédio onde ficava o Cine Piratininga, O Maior Cinema do Brasil, na avenida Rangel Pestana, quase em frente a igreja do Senhor Bom Jesus do Brás, pegado ao largo da Concórdia. Vô Antonietta, italiana de Salerno, e vô Luiz Burza, argentino de Rosário, dono da Cartonagem Burza, rua Martim Burchard, ali perto. Nhoque. Saudade. Revistas das minhas tias Odette e Ivone e meu tio Luizinho. O Cruzeiro, vinha de Amigo da Onça, do Pif Paf de Vão Gôgo (Millor Fernandes), de aulas de jiu jitsu ministradas por Hélio Gracie, precursor do vale tudo, hoje o MMA e reportagens sensacionalistas sobre discos voadores. Até hoje espero ansiosamente suas visitas. E Seleções Readers Digest, onde enriqueci o vocabulário com Aurélio Buarque de Holanda e o repertório humorístico com as Piadas de Caserna. Vitrola, Caixinha de agulhas. LPs ainda não. Tangos.

…era, para mi la vida entera,
 como un sol de primavera
 mi esperanza y mi pasión,
 sabía que en el mundo no cabía
 toda la humilde alegría
 de mi pobre corazón…

Era um sábado, e Francisco Alves, o Rei da Voz (novamente a história conta),  que fora contratado pela Rádio Nacional de São Paulo para uma série de shows em praças públicas da capital paulista, realizou a primeira das apresentações no largo da Concórdia no bairro do Brás. Do apartamento de meus avós eu vi a multidão ouvindo O Chico Viola. Lembro dele cantando a Canção da criança, cuja renda, diz tambem a história, era destinada as crianças da Casa de Lazaro, que cuidava de crianças pobres:

Criança feliz, que vive a cantar. Alegre a embalar seu sonho infantil. Oh, meu bom Jesus que a todos conduz, olhai as crianças do nosso Brasil.

Daqui para frente é o que aprendi depois.
 Chico, que não gostava de viajar de avião, estava com uma certa pressa de chegar ao Rio, a fim de se apresentar descansado em seu programa na Rádio Nacional, domingo ao meio-dia, sempre anunciado pomposamente pela locutora Lúcia Helena: “Ao se encontrarem os ponteiros na metade do dia…”. Foi de carona com o violonista Rago até o centro da cidade, pegou seu Buick preto ano 1951 e rumou para o Rio de Janeiro pela via Dutra, recentemente inaugurada.  Rago conta que tentou convencer o cantor a não viajar para o Rio, pois havia um novo show marcado em São Paulo dois dias depois, mas, de acordo com o violonista, Chico Alves era teimoso, e partiu para nunca mais voltar. Na altura de Pindamonhangaba, numa curva, bateu de frente a um caminhão que invadiu a contra mão. Acabou ali a vida do rei da voz.

Dormi no apartamento dos meus avós e jamais vou esquecer da manhã, da gritaria no prédio: Chico Viola morreu!

E da música que tocou no rádio, que me deixou intrigado com a frase que dizia …quanto mais ponho bebida, mas a sombra colorida, aparece em meu olhar…

Hoje eu sei que a letra é do grande Orestes Barbosa e a melodia de A mulher que ficou na taça é de Francisco Alves.

E que sombra colorida não existe. Ou existe?

Chico Alves

http://www.youtube.com/watch?v=kJlGx1bjx_E

A  ilustração acima é do meu querido e saudoso amigo Miécio Caffé que chegou a desenhar para as Balas Americana. Mas não é o autor do Futebolino (o menino símbolo das Balas Futebol).

Album se figurinhas e o Futebolino

Album de figurinhas e o Futebolino

Futebolino, com ilustração de Miécio Caffé

Futebolino, com ilustração de Miécio Caffé

CIL • Companhia Industrial Limitada

Tintas CIL protegem o Brasil

Meu pai. Batia um bolão.

Carteirinha da Cil F.C.

O maior do Brasil

O maior do Brasil

Francisco Alves

Herivelto Martins e David Nasser

Até a lua do Rio,
No céu tranquilo e vazio,
Não inspira mais amor;
O violão desafina
Porque chora em cada esquina
A falta do seu cantor.
Escravo da melodia,
Ele cantando escrevia
O que na alma brotava;
Subindo os degraus da glória,
Ele escreveu a história
Da cidade que adorava.
O Rio foi o seu berço,
O violão foi o terço,
O samba sua oração;
Sambista de um mundo novo,
Da alma simples de um povo
Que samba de pé no chão.
Velho Chico tu recordas
Um violão, cujas cordas
A mão de Deus rebentou;
Porque está faltando agora
A lágrima que o samba chora
Na voz que a chama apagou.

Mais um pouco de Chico Alves:

Foi ela

 Boa noite amor

 Cadeira vazia

Quem há de dizer

Serra da boa esperança

Onde o céu é mais azul

http://www.youtube.com/watch?v=Y7fVUEm82sc

Trecho do último show ao vivo de Francisco Alves no Largo da Concórdia (audio)

http://www.youtube.com/watch?v=9VFEg8fCC2g

Francisco Alves, o rei da Voz – Parte I. Especial da TV Cultura. Cenas de Chico Alves, Carmem Costa, João Dias

Francisco Alves, o rei da Voz – Parte Final. Cenas do povo nas ruas, no dia do enterro de Chico. Depoimentos de João Dias e Elis Regina

Francisco de Morais Alves (19 de agosto de 1898 — 27 de setembro de 1952) 

O Rei e eu.

abril 30th, 2022

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Liga o Diogo meu filho:

– Pai, o Pelé vem gravar um comercial aqui no estúdio, hoje às quatro!

Fui correndo.

Depois de abraçá-lo – confesso que chorei – mandei essa:

– Pelé, a tua sorte foi que eu gostava de música!

O rei respondeu de primeira:

-Não vem me dizer que você com essa cara jogava futebol!

E eu fiquei pensando quantas vezes ele deve ter ouvido esse lero…

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Pelé e a camisa autografada para André Gil Bairão, futuro expoente da educação esportiva.

Hoje  é dia 23 de outubro dia do nascimento do nosso rei.

Viva Pelé! Rei do Brasil!

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Dia Mundial do Meio Ambiente • Dia da Ecologia

abril 22nd, 2022

Amigos, hoje é 5 de junho, dia da ecologia, o dia mundial do meio ambiente.

Meio ambiente: O conjunto de condições naturais e de influências que atuam sobre os organismos vivos e os seres humanos.

Ecologia: Parte da biologia que estuda as relações entre os seres vivos e o meio ambiente em que vivem, bem como as suas recíprocas influências.

Então é isso!

Amigo Planeta (Pequeño Planeta)

R. Girón/G. Gomez/ Letra: Edgard Poças

Voz: A Turma do Balão Mágico

Amigo Planeta

eu não sei porque

tem tanta gente que não cuida de você

mas agora nós iremos te salvar

as crianças nunca vão te abandonar

Amigo Planeta

volte a sorrir

sua beleza ninguém pode poluir

as estrelas e as noites de luar

as florestas e o verde azul do mar

Vamos enfeitar nossas cidades

e acabar com as maldades

que se fazem com a natureza

vamos com a força da amizade

te levar felicidade

e derrotar toda a malvadeza

Vem viajar

vem viver

vem brincar  comigo

vem

vem brincar

de viver

eu sou teu amigo

Oi, Mundo!

Paul Mounsey e Edgard Poças

Voz: Jairzinho e Simony

Participação de Gal Costa

Oi ! Tudo bem?

Ando vendo na TV

Tudo bom!

E nas revistas, os maiores astrais

Todo mundo na maior

Trilegal!

É importante ser feliz

Tudo bem?

Tudo bom!

Tudo bom?

Bem esperto, bem ligado no som

Um rock, toque de canções geniais

Natureza, cordiais saudações!

Tua beleza, como vai?

Tudo bem? Tudo bom?

Areias, praias

Céu e mar

Os rios

Matas

Matarás?

Mal lhe pergunte, como vai?

Tudo bom?

Tudo bem?

Debaixo do véu da paz

Oi!

Como vai?

E vovô, vovó?

Mamãe e papai?

Oi,  mundo!

Oi,  mundo!

Então, diga lá:

A pressão é impressão que se tem?

Tô perguntando pra você?

Como vai? Tudo bem?

Planeta Careta (Pequeño Planeta)

J. Urrutia/F. Presas/ E. Rodriguez/ E. M. Hirschfeld/ Letra: Edgard Poças

Voz: Dominó

Um maluco

Um desorientado

Pelo espaço girando

Dançando abandonado

O sangue da natureza

O cinza pelo céu

E aquela sua beleza que foi pro beleléu

Que foi pro beleléu

Um planeta de rosto amargurado

Lanterna do futuro

Campeão do passado

E o sangue da natureza

Jorrando sem parar

Quem paga essa despesa?

Quem é que vai pagar?

Quem é que vai pagar?

Planeta careta, você se acaba mal!

Sujando todo o azul do espaço sideral

Que legal! Que legal!

As florestas, as matas matarás

E as praias desertas

O mar será o cais ?

E o sangue da natureza, jorrando sem parar?

Quem paga essa despesa?

Quem é que vai pagar?

Quem é que vai pagar ?

Planeta careta, você se acaba mal!

Sujando todo o azul do espaço sideral

Que legal! Que legal!

Minha Terra

Nelson Ayres e Edgard Poças

Voz: Paula Poças e Edgard Poças

Para os seres despertos, há somente um mundo comum.

Heráclito

Dá licenca dá licença aí

É a vez da minha terra

De cantar os seu encantos

E as riquezas que ela tem

Minha terra é tão bonita

Que dá gosto a gente ver

E não há lugar no mundo

Tão bom de se viver

Nosso céu tem mais estrelas

Nossos bosques tem mais flores

Nossa vida mais amores

E aqui eu sou feliz

Minha Terra é um barquinho

Navegando no infinito

Minha Terra meu planeta azul

Você é meu país.

Não Vem Não

Los Brincos – Letra: Edgard Poças

Voz: Dominó

Se vocês pensam em atacar

A natureza em qualquer lugar

Tenho certeza não vou deixar

Pode crer

É

Não vem, não

Se vocês acham que vão roubar

Verde das matas

Do nosso olhar

Nem vem que nós não vamos deixar

Pode parar

É, não vem, não

Se vocês querem aniquilar

Toda alegria que tem no ar

Toda poesia que tem no mar

Pode parar

É, não vem, não

Guardem seus planos de acinzentar

Todas as nuvens

E liquidar pássaros

Peixes

Não vou deixar

Pode parar

Não vem, não

A Voz do Trovão.

março 4th, 2022

Oi mundo! Acorda!

Musimágicos • Viva Beethoven

janeiro 19th, 2022

Criação, roteiro e repertório de Edgard Poças.

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Dia da Confraternização Universal

dezembro 31st, 2021

Olha, que coisa diferente,

está passando na televisão:

o Batman, o Pinguim e o Coringa,

levando um papo na maior animação

Olha só, que coisa emocionante,

inimigos parecendo irmãos

espíritos de porco se abraçando

e gente do contra, estendendo as mãos

Veja as imagens dessa multidão

que grandiosa confraternização

povos de todos os cantos

cantando juntos, na maior afinação

Olha o respeito, a educação

ninguém furando fila, ninguém na contramão,

menos buzinas, mais sorrisos

e um bocado de amor no coração

Primeiro de Janeiro

Confraternização Universal

o mundo inteiro

ligado no mesmo canal!

Primeiro de Janeiro!

dia de amizade

um abraço verdadeiro em toda humanidade

Olha, aquele chato, ‘tá uma simpatia

e o pão duro avarento, dando uma de gastão

cada macaco cuidando do seu galho

quanta solidariedade e comemoração

(de montão)

Também tem promessa à beça

elogios, abraçaços

alegria pontual

mais que internacional

mais que mundial

é dia da Confraternização Universal

(que legal!)