Archive for the ‘ALMANAQUE QUALQUER NOTA’ Category

Dia Internacional do Gato

domingo, fevereiro 17th, 2019

Hoje é dia 17 de fevereiro; dia internacional do gato.

GATO GATO GATO

 Otto Lara Resende

Familiar aos cacos de vidro inofensivos, o gato caminhava molengamente por cima do muro. O menino ia erguer-se, apanhar um graveto, respirar o hálito fresco do porão. Sua úmida penumbra. Mas a presença do gato. O gato, que parou indeciso, o rabo na pachorra de uma quase interrogação.

Luminoso sol a pino e o imenso céu azul, claro, sobre o quintal O menino pactuando com a mudez de tudo em torno – árvores, bichos, coisas. Captando o inarticulado segredo das coisas. Inventando um ser sozinho, na tontura de imaginações espontâneas, como um gás que desprende. Gato – leu no silêncio da própria boca. Na palavra não cabe o gato, toda a verdade de um gato, aquele ali, ocioso, lento, emoliente – em cima do muro. As coisas aceitam a incompreensão de um nome que não está cheio delas. Mas bicho, carece nomear direito: como rinoceronte, ou girafa se tivesse mais uma sílaba para caber o pescoço comprido. Girarafa, girafafa. Gatimonha, gatimanho. Falta um nome completo, felinoso e peludo, ronronante de astúcias adormecidas. O pisa-macio, as duas bandas de um gato. Pezinhos de um lado, pezinhos de outro, leve, bem de leve para não machucar o silêncio de feltro nas mãos enluvadas. O pelo do gato para alisar. Limpinho, o quente contato da mão no dorso, corcoveante e nodoso à carícia. O lânguido sono de morfinômano. O marzinho de leite no pires e a língua secreta, ágil, A ninhada de gatos, os trêmulos filhotes de olhos cerrados. O novelo, a bola de papel – o menino e o gato brincando. Gato lúdico. O gatorro, mais felino do que o cachorro é canino. Gato persa, gatochum – o espirro do gato de olhos orientais. Gato de botas, as aristocráticas pantufas do gato. A manha do gato, gatimanha: teve uma gata miolenta em segredo chamada Alemanha. Em cima do muro, o gato recebeu o aviso da presença do menino. Ondulou de mansinho alguns passos denunciados apenas na branda alavanca das ancas. Passos irreais, em cima do muro eriçado de cacos de vidro. E o menino songa-monga, quietinho, conspirando no quintal, acomodado como silêncio de todas as coisas. No se olharem, o menino suspendeu a respiração, ameaçando de asfixia tudo que em torno dele com ele respirava, num sistema pulmonar. O translúcido manto de calma sobre o claustro dos quintais. O coração do menino batendo baixinho. O gato olhando o menino vegetalmente nascendo do chão, como árvore desarmada e inofensiva. A insciência, a inocência dos vegetais. O ar de enfado, de sabe-tudo do gato: a linha da boca imperceptível, os bigodes pontudos, tensos por hábito. As orelhas acústicas. O rabo desmanchado, mas alerta como um leme. O pequeno focinho úmido embutido na cara séria e grave. A tona dos olhos reverberando como laguinhos ao sol. Nenhum movimento na estátua viva de um gato. Garras e presas remotas, antigas. Menino e gato ronronando em harmonia com a pudica intimidade do quintal. Muro, menino, cacos de vidro, gato, árvores, sol e céu azul: o milagre da comunicação perfeita. A comunhão dentro de um mesmo barco. O que existe aqui, agora, lado a lado, navegando. A confidência essencial prestes a exalar, e sempre adiada. E nunca. O gato, o menino, as coisas: a vida túmida e solidária. O teimoso segredo sem fala possível. Do muro ao menino, da pedra ao gato: como a árvore e a sombra da árvore. O gato olhou amarelo o menino. O susto de dois seres que se agridem só por se defenderem. Por existirem e, não sendo um, se esquivarem. Quatro olhos luminosos – e todas as coisas opacas por testemunha. O estúpido muro coroado de cacos de vidro. O menino sentado, tramando uma posição mais prática. O gato de pé, vigilantemente quadrúpede e, no equilíbrio atento, a centelha felina. Seu íntimo compromisso de astúcia. O menino desmanchou o desejo de qualquer gesto. Gaturufo, inventou o menino, numa traiçoeira tentativa de aliança e amizade. O gato, organizado para a fuga, indagava. Repelia. Interrogava o momento da ruptura – como um toque que desperta da hipnose. Deu três passos de veludo e parou, retesando as patas traseiras, as patas dianteiras na iminência de um bote – para onde? Um salto acrobático sobre um rato atávico, inexistente. Por um momento, foi como se o céu desabasse de seu azul: duas rolinhas desceram vertiginosas até o chão. Beliscaram levianas um grãozinho de nada e de novo cortaram o ar excitadas, para longe. O menino forcejando por nomear o gato, por decifrá-lo. O gato mais igual a todos os gatos do que a si mesmo. Impossível qualquer intercâmbio: gato e menino não cabem num só quintal. Um muro permanente entre o menino e o gato. Entre todos os seres emparedados, o muro. A divisa , o limite. O odioso mundo de fora do menino, indecifrável. Tudo que não é o menino, tudo que é inimigo. Nenhum rumor de asas, todas fechadas. Nenhum rumor. Ah, o estilingue distante – suspira o menino no seu mais oculto silêncio. E o gato consulta com a língua as presas esquecidas, mas afiadas. Todos os músculos a postos, eletrizados. As garras despertas unhando o muro entre dois abismos. O gato, o alvo: a pedrada passou assobiando pela crista do muro. O gato correu elástico e cauteloso, estacou um segundo e despencou-se do outro lado, sobre o quintal vizinho. Inatingível, às pedras e ao perigoso desafio de dois seres a se medirem, sumiu por baixo da parreira espapaçada ao sol. O tiro ao alvo sem alvo. A pedrada sem o gato. Como um soco no ar: a violência que não conclui, que se perde no vácuo. De cima do muro, o menino devassa o quintal vizinho. A obsedante presença de um gato ausente. Na imensa prisão do céu azul, flutuam distantes as manchas pretas dos urubus. O bailado das asas soltas ao sabor dos ventos das alturas. O menino pisou com o calcanhar a procissão de formigas atarantadas. Só então percebeu que lhe escorria do joelho esfolado um filete de sangue. Saiu manquitolando pelo portão, ganhou o patiozinho do fundo da casa. A sola dos pés nas pedras lisas e quentes. À passagem do menino, uma galinha sacudiu no ar parado a sua algazarra histérica. A casa sem aparente presença humana. Agarrou-se à janela, escalou o primeiro muro, o segundo, e alcançou o telhado. Andava descalço sobre o limo escorregadio das telhas escuras, retendo o enfadonho peso do corpo como quem segura a respiração. O refúgio debaixo da caixa d’água, a fresca acolhida da sombra. Na caixa, a água gorgolejante numa golfada de ar. Afastou o tijolo da coluna e enfiou a mão: bolas de gude, o canivete roubado, dois caramujos com as lesmas salgadas na véspera. O mistério. Pessoal, vedado aos outros: Uma pratinha azinhavrada, o ainda perfume da caixa de sabonete. A estampa de São José, lembrança da Primeira Comunhão. Apoiado nos cotovelos, o menino apanhou uma joaninha que se encolheu, hermética. A joaninha indevassável, na palma da mão. E o súbito silêncio da caixa d’água, farta, sua sede saciada. Do outro lado da cidade, partiram solenes quatro badaladas no relógio da Matriz. O menino olhou a esfera indiferente do céu azul, sem nuvens. O mundo é redondo, Deus é redondo, todo segredo é redondo. As casas escarrapachadas, dando-se as costas, os quintais se repetindo na modorra da mesma tarde sem data. Até que localizou embaixo, enrodilhado à sombra, junto do tanque: um gato. Dormindo, a cara escondida entre as patas, a cauda invisível. Amarelo, manchado de branco de um lado da cabeça: era um gato. Na sua mira. Em cima do muro ou dormindo, rajado ou amarelo, todos os gatos, hoje ou amanhã, são o mesmo gato. O gato-eterno. O menino apanhou o tijolo com que vedava a entrada do mistério. Lá embaixo – alvo fácil – o gato dormia inocente a sua sesta ociosa. Acertar pendularmente na cabeça mal adivinhada na pequena trouxa felina, arfante. Gato, gato, gato: lento bicho sonolento, a decifrar ou a acordar? A matar. O tijolo partiu certeiro e desmanchou com estrondo a tranqüila rodilha do gato As silenciosas patinhas enluvadas se descompassaram no susto, na surpresa do ataque gratuito, no estertor da morte. A morte inesperada. A elegância desfeita, o gato convulso contorcendo as patas, demolida a sua arquitetura. Os sete fôlegos vencidos pela brutal desarmonia da morte. A cabeça de súbito esmigalhada, suja de sangue e tijolo. As presas inúteis, à mostra na boca entreaberta. O gato fora do gato, somente o corpo do gato. A imobilidade sem a viva presença imóvel do sono. O gato sem o que nele é gato. A morte, que é a ausência de gato no gato. Gato – coisa entre as coisas. Gato a esquecer, talvez a enterrar. A apodrecer. O silêncio da tarde invariável. O intransponível muro entre o menino e tudo que não é o menino. A cidade, as casas, os quintais, a densa copa da mangueira de folhas avermelhadas. O inatingível céu azul. Em cima do muro, indiferente aos cacos de vidro, um gato – outro gato, o sempregato – transportava para a casa vizinha o tédio de um mundo impenetrável. O vento quente que desgrenhou o mormaço trouxe de longe, de outros quintais, o vitorioso canto de um galo.

O retrato na gaveta, 1962

Ágata, tomando aula de violão.

Ágata curiosa

Aula de música

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Beijinho

 

Diálogos com Ágata

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Somos Amigos, amigos do peito, amigos pra valer!

Pesquisando música

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Quem der uma volta no Parque do Ibirapuera, aqui em SP, entre 19 e 20 horas, inevitávelmente, vai encontrar o Lorenzo dando comida e carinho para os gatos que vivem no parque, contrariando a máxima o homem é o animal que não deu certo, ensinando o mundo  ser melhor. Pratinhos arrumados, um para cada felino – já são quase vinte!

Nas fotos abaixo, não aparece a turma toda, mas, dá para ter uma idéia  da cena singela que eu tenho o privilégio de assistir na minha corrida diária.

Hoje, com certeza, o gato eterno, o sempregato está te aplaudindo.

 

 

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Dia da Amizade.

quinta-feira, fevereiro 14th, 2019

Hoje é 14 de fevereiro – Dia da amizade!

O ninho é obra da ave;

a teia é obra da aranha;

a amizade é obra do homem.

Severino Cordel,  repentista nordestino.

A amizade é o sal da vida.

Salvatore Caçarolacozinheiro italiano.  

A amizade que acaba ainda nem começou.

Osmário de Andrade, escritor brasileiro. 

A amizade é o porto da vida.

Plácido Remonavegador portugues.

 

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Amigos do Peito

Erik Vonn – Memo Mendez Guiu – Edgard Poças 

Meu nome é Mike, gosto muito de brincar

Eu sou o Tob, não me canso de cantar

Sou Simony, e queria apresentar

Novos amigos que acabaram de chegar

Sou Jairzinho, o mais novo do balão

Eu sou o Fábio, também vou nessa canção

Somos amigos e queremos divertir

Nossos amigos no balão que vai subir

Somos amigos

Amigos do peito

Amigos de uma vez

Somos amigos

Amigos do peito

Amigos de vocês

Viver a vida, viajando nas canções

Viver cantando, alegrando os corações

Viver os sonhos, tudo que acontecer

Fazer amigos, mas, amigos pra valer

Papabaquígrafos

segunda-feira, fevereiro 4th, 2019

Papabaquígrafo é nome que inventei nominar esses papabaquígrafos.

Papabaquígrafos podem ser difíceis e fáceis que nem um joguinho.

Esse aqui, por exemplo, é o primeiro que tinha no meu caminho.

Ele quer dizer: Você tem mil encantos. (1.000 em cantos).

Papabaquígrafo é um desafio para sua imaginação. Um exercício de criatividade.

Falar papabaquígrafo, bem depressa, também é um desafio.

Edgard Poças





















Schubert

quinta-feira, janeiro 31st, 2019
Franz Schubert (31 de janeiro de 1797 – 19 de novembro de 1828).

Que melodista.

Sua Ave Maria é um hit mundial.

Serenata (Ständchen) é um arraso. Minha mãe mandava bem no piano.

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Que o grande Franz Peter perdoe minha ousadia:

 

Serenata (Ständchen)

 

Olha no céu aquela estrela luz

Caindo no mar

Ouve a canção que  nasce de mim, tão só

À luz do luar

Vem pra mim, ó minha estrela

Traz o meu bem querer

Traz o meu bem querer

 

Vem pra  mim, ó minha amada

Ouve o teu trovador

Ouve o teu trovador

 

Ah! vem pra mim

Estrela luz da imensidão

Ah, vem meu amor

Iluminar meu coração

 

Olha no céu,

A estrela caiu feliz

Nas ondas do mar

Tudo me diz  que o tempo sorriu pra nós

Pra gente se amar

 

Vem pra mim, ó minha estrela

Traz o meu bem querer

Traz o meu bem querer

 

Vem pra  mim,

Ó minha amada

Ouve o teu trovador

Ouve o teu trovador

 

Qual a lua cor de prata

Faz o sol nascer

Minha música,  serenata

Serenata, serenata

Traz o meu bem querer

Traz o meu meu querer

 

Amor vem pra mim

Estrela luz  do azul sem fim

Amor!

Amor!

 Chitãozinho e Xororó, com a Orquestra Bachiana Filarmônica regida pelo maestro João Carlos Martins, do CD Chitãozinho e Xororó – 40 Anos • Sinfônico (Audio DVD), Som Livre, 2011.

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Jean William, com a Orquestra Bachiana Filarmônica regida pelo maestro João Carlos Martins, do CD Dois Atos, Dabliú Discos, 2014.

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P.S.: Ouca a Sonata para Arpeggione e Piano D. 8212.

Aula de melodia.

Franz Peter Schubert escreveu cerca de 600 canções, além de óperas, sinfonias e sonatas, entre outros trabalhos.

Morreu com 31 anos. Gênio.

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Dia Mundial do Mágico.

quinta-feira, janeiro 31st, 2019

Hoje é dia trinta e um de janeiro.

Dia Mundial do Mágico!

José Antonio Almeida e Edgard Poças

Viva o mágico!

De repente, um coelho da cartola!

A caixa vira bola,

A pomba vira lenço!

De repente, o truque troca o treco!

O vento faz a curva,

O fim vira começo!

De repente, Abracadabra!

E sai uma moeda do nariz!

Surpresa! Mágica!

E um sorriso feliz!

Respeitável público:-

Incrível! Fantástico! Extraordinário!

Num piscar de olhos,

Isso vira aquilo ao contrário!

Viva o Mágico!

Pirlimpimpim! Bambalalão!

Viva seu mundo brincalhão!

Viva!

Viva o mágico!

Viva a imaginação!


Dia da Saudade

quarta-feira, janeiro 30th, 2019

Saudade é a presença da ausência.

Tristão de Ataíde –  1893 – 1983

Mozart.

domingo, janeiro 27th, 2019

Joannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart (27 de janeiro – 5 de dezembro).

Deixou para o patrimonio da humanidade mais de seiscentas composicões e foi embora com trinta e cinco anos!

Ouça os dois minutos e quarenta e quatros segundos do Kyrie, do seu Requiem em Ré menor, KV 626, com a orquestra e côro da Sinfônica da Rádio de Baviera e regência de Leonard Berstein.

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Difícil até de imaginar como alguem consegue escrever algo assim!

Macintosh, a maçã tentadora.

quinta-feira, janeiro 24th, 2019

Hoje é dia de aniversário do MacIntosh que foi lançado no mercado em 24 de janeiro de 1984.

Devo muito a essa máquina revolucionária de nome derivado de uma certa espécie de maçã. Não resisti a tentação de dar uma mordidinha e até hoje estou no paraíso.

Seguem duas trilhas dos anos 80. A primeira executada por um Apple II  e a segunda, logo depois da mordidinha.

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Chevette

 

 

Anunciante: General Motors Trilha 45′

Filme: Box

Agencia: McCANN-ERICSON Produtora do filme: TVC

Composição: Edgard Poças

Seqüenciador e sampler desenvolvidos pioneiramente por Luiz Roberto Oliveira e o professor Guido Stolfi.

Músicos: ARP 2600  e Prophet 5 Regente: Apple IIe

Gravada em setembro de 1983 na Norte Magnético Premio Colunistas. Trilha do Ano

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PS#1: Não existia o que hoje se chama sampler – nós tratávamos a gentil máquina de papagaio.

PS#2: Sampler é um equipamento que consegue armazenar sons (samples) de arquivos em formato WAV numa memória digital, e reproduzí-los posteriormente, um a um ou de forma conjunta se forem grupos, montando uma reprodução solo ou mesmo uma equivalente a uma banda completa. (Uma boa definição extraída da Wikipédia).

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Trilha para o filme Labirintos

Cliente: Construtora Diagrama.

Agencia: MCP Propaganda

Seqüenciador: Performer

Regente: Macintosh de Moraes

Intérprete: Oberheim Xpander

Gravada no estúdio Klaxon (fundos da minha casa) em novembro de 1988

Antes do McIntosh eu tinha um Apple II comprado no inicio dos anos 80. Poucas se falava em computador. Lembro do encantamento com que destrinchei o manual e os exercícios – aliás a  década foi dos manuais. Empolgadíssimo convidei uns amigos para assistir as primeiras gracinhas que a gente faz com as novidades, e encerrei o espetáculo com um programinha que gerava uma sequencia aleatória de numeros, simlesmente o máximo! Um dos presentes disparou com ar sério:

– Tudo bem,… mas o que voce vai fazer com isso?

Dia Mundial do Compositor.

terça-feira, janeiro 15th, 2019

João Ribeiro e Antonio Brasileiro. Par de ases que representam a classe.

Johann Sebastian Bach (31 de março de 1685 – 28 de julho de 1750)

 

Antonio Carlos Jobim (25 de janeiro de 1927 — 8 de dezembro de 1994)

 

 

 

Dia da Confraternização Universal • O Mundo é um Abraço

terça-feira, janeiro 1st, 2019

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José Antonio Almeida e Edgard Poças

Voz: Dani Boy

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