Março doído e sem rei.

Um encontro com o rei. Pelé.

Dia 12, levou Antônio Pedro, amigo desde 1969, quando ele dirigiu “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues, no teatro Oficina em São Paulo, e me convidou para compor a trilha musical. E, se Deus for como a gente acha que devia ser, ele já está em grandes papos com Dionísio entre copos de vinho e cenas de teatro. Cartaz do Oficina.

Programa da peça “Beijo no Asfalto”

Dia 4, dia do meu aniversário, levou o cartunista Paulo Caruso, que há pouco fez a capa do CD Bem-vindo com parcerias que fiz com grandes músicos e amigos frequentadores dos saraus do nosso Walter Appel. E, se Deus for daquele jeito que a gente acha que devia ser, o Paulo já caricaturou Atena e convidados.

Capa do CD Bem-vindo

Hoje, 15 de março, foi-se embora meu amigo e parceiro Teo de Barros compositor, violonista e arranjador. Quantas canções e harmonias foram junto. O violão ficou… Bem que suas harmonizações podiam ter ficado presas às suas cordas, aí era só pedir ao Ricardo, seu filho, me emprestar o pinho e eu atacava Por um Beijo, do Anacleto Medeiros e Catulo da Paixão Cearense, com seu acompanhamento.

No inicio dos anos oitenta peguei uma hepatite forte e o médico recomendou repouso total, justamente no dia que tinha de fazer o arranjo do jingle que havia composto para a

“A Turma GALAK NESTLÉ” para gravar em seguida. Théo gentilmente foi até a minha casa gravou o jingle e fez o arranjo.

A Turma Galak Nestlé

Justamente para o CD Bem-vindo, nossa parceria infantil, Palhaço, com o genial Edgard Gianullo.

Palhaço – Téo de Barros e Edgard Poças, por Edgard Gianullo

A SAUDADE ANDA EM DISPARADA.

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